Gradua-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/USP (1972-1976) e realiza formação em dança com o método Laban (1962-1972), cursos livres em dança moderna em Nova Iorque, Estados Unido, e eutonia, método de terapia corporal, em São Paulo (1999/2001). Conclui mestrado em Multimeios, pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (1994-1996) a partir de suas investigações sobre Nota-Anna, um software de notação de movimentos do corpo humano; e doutorado em Comunicação e Semiótica, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (2000-2004), com a tese “Buscando a ciber-harmonia: diálogo entre a consciência corporal e os meios eletrônicos”, sob orientação de Arlindo Machado. Cursa pós-doutorado em Comunicação na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (2010), e na Universidade de São Paulo – USP (2019). Filha de Waldemar Cordeiro e Helena Kohn Cordeiro, ela trabalha como coreógrafa, dançarina e pesquisadora corporal. Pioneira na videoarte brasileira e na dança computacional (computer-dance), criou trabalhos que foram exibidos na grade da TV Cultura (1973-1976), como M3x3, 0 = 45, Gestos e Cambiantes.

M3 x 3, 1973

Primeiro trabalho em vídeo e dança computacional no Brasil, teve processamento das imagens no Centro de Computação da UNICAMP e foi transmitida em tempo real nos estúdios da TV Cultura, em São Paulo. M3x3 teve a participação de nove bailarinas, ocupando uma matriz cenográfica em preto e branco, onde elas dançam e realizam movimentos com base no método Laban. A trilha sonora seca e cadenciada, evidencia os gestos mecânicos e os movimentos automáticos das bailarinas. Uma versão transcrita em 16mm foi realizada para a exibição na 12ª Bienal de São Paulo (1973), mesmo ano em que foi exibida na televisão.

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0 = 45, version I, 1975

Exibida pela primeira vez em 1974, via transmissão na TV Cultura, contou com o solo de dança da artista, feita em uma única cena, em tempo real. A coreografia foi criada a partir das notações randômicas dos dados do computador, em que a partir de formas gráficas, Cordeiro realizava a representação dos movimentos.

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e, 1979

No vídeo, duas mulheres dançam em meio a uma área verde, sugerindo o diálogo de movimento entre elas. Gravado em p&b, as imagens são acompanhadas de uma trilha sonora composta por instrumentos de percussão, que dá ênfase e dramaticidade à improvisação.

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Cambiantes, 1976

Quatro bailarinas realizam a incursão de dança computadorizada para a televisão, no Programa S.O.S Utilidades. Exibido a cores, a coreografia, que foi estabelecida previamente pelo computador, dá ênfase ao automatismo e ao acaso dos movimentos. A partir disso, cria-se um diálogo pela movimentação da câmera, a cenografia e os figurinos das bailarinas.

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Referências

ANINAT Galeria de Arte. Analivia Cordeiro. Disponível em: <https://www.aninatgaleria.org/artistasrepresentados#/analivia-cordeiro/. Acesso em 01 mar. 2021.

ANALIVIA Cordeiro. Site da artista. Disponível em: <https://www.analivia.com.br>. Acesso em 01 mar. 2021.

MAIA, Ana Maria. Arte-veículo: intervenções na mídia de massa brasileira, Recife: Editora Aplicação, 2015. Disponível em: < https://issuu.com/arteveiculo/docs/arteveiculo_anamariamaia >. Acesso em 05 mar. 2021.

JÚNIOR, Gonçalo. Dança da máquina, do corpo e da mente, Revista Fapesp, ed. 130, dez. 2006. Disponível em:

<https://revistapesquisa.fapesp.br/danca-da-maquina-do-corpo-e-da-mente/>. Acesso em 01 mar. 2021.

Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
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Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Analivia Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
AnnaMariaMaiolino Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
AnnaBella Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
BeatrizDantas Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
CarmelaGross Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
CybeleVarela Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.

Analivia

Foto Maycon Lima

Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano.

Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado.

– Sem título, 1977

O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.

IoledeFreitas Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
IsmeniaCoaracy Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
KatiaMesel Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
LeticiaParente Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.

Analivia

Foto Maycon Lima

Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano.

Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado.

– Sem título, 1977

O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.

MariadoCarmo Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
MiriamDanowski Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.

Analivia

Foto Maycon Lima

Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano.

Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado.

– Sem título, 1977

O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.

ReginaVater Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
RitaMoreira Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
Analivia Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
SoniaMiranda Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
VeraChaves Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.
VivianOstrovsky Foto Maycon Lima Gradua-se pelo curso de Artes da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1965-1969), época em que realiza seus primeiros trabalhos de desenho, gravura e pintura. É professora de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP desde 1972, mesma universidade onde obteve o mestrado de artes (1981) e o doutorado (1987), ambos sob a orientação de Walter Zanini. Em mais de cinquenta anos de trajetória artística, realiza exposições individuais nos principais museus e instituições culturais no país e participa de seis edições da Bienal de São Paulo. Seu interesse por novas formas de criação visual a faz participar em 1977 das atividades do Setor de Vídeo do MAC USP, exibindo seu trabalho na mostra no Espaço B, em dezembro do mesmo ano. Posteriormente, realiza ao lado de Julio Plaza, experimentações com a tecnologia do videotexto. A partir da década de 1980, sua obra se expande para outras linguagens, criando esculturas e instalações em espaço público. São obras de grandes dimensões que utilizam técnicas diversas, nas quais o sentido da relação entre o ambiente e a obra de arte é amplificado. – Sem título, 1977 O vídeo se inicia com as imagens de um programa de TV exibidas em um monitor. Trata-se do programa Clarice Amaral em Desfile, que era apresentado diariamente pela TV Gazeta de São Paulo. Na sequência a apresentadora Clarice Amaral entrevista um convidado não identificado. Aos 5 segundos, a mão da artista Carmela Gross aparece no enquadramento e começa a traçar linhas com uma caneta de pincel atômico sobre a tela do monitor de TV, que transmite as imagens do programa. Este desenho se inicia no canto superior direito da tela. Através de um gesto contínuo, acompanhando as linhas horizontais e verticais da TV, a artista vai cobrindo com a tinta todo o campo da tela, passando a traçar linhas diagonais e criando uma grade visual sobre a imagem. O vídeo se encerra quando a imagem está praticamente toda coberta, terminando em fade out.

Artistas brasileiras
pioneiras no audiovisual
da década de 1970

APRESENTAÇÃO

Este site apresenta uma compilação de informações sobre as artistas brasileiras pioneiras, que na década de 1970 realizaram obras experimentais em audiovisual – filmes, vídeos e slides.
Quantifica e descreve quais foram e por quem foram realizados estes trabalhos, suas sinopses e fichas técnicas. Além de apresentar o inventário a partir do acesso às fontes primárias, também cita referências bibliográficas, de modo a auxiliar futuros pesquisadores.
A produção audiovisual experimental feita por mulheres no Brasil, no período embrionário da década de 1970, merece uma atenção especial por vários fatores. Além de ter sido pouco pesquisada no campo das artes visuais e do cinema, ela é profícua e dialoga em sua contemporaneidade e relevância estética com a produção internacional.
Ainda é bastante difícil o acesso a estes trabalhos, sendo a grande maioria deles pouco pesquisados e alguns ainda desconhecidos. Essa inacessibilidade se deve ao fato de que boa parte desta produção ficou a margem do contexto da produção de arte brasileira, num período de restrições à liberdade de expressão e sob a censura imposta pelo regime ditatorial que vigorou no Brasil nas décadas de 1960 e 1970.
A invisibilidade destes trabalhos no ambiente do mercado da arte que a ao final da década de 1990 começou a se definir no sistema da arte brasileira, tornou ainda mais difícil este acesso e a difusão destas obras.
Nota: Os vídeos e filmes que podem ser assistidos aqui, foram republicados [embedded] a partir de outras páginas de origem, localizadas em canais abertos da Internet. Trata-se de uma iniciativa de utilidade pública e sem fins lucrativos.

Marco histórico

A pesquisa se fundamenta basicamente a partir de 5 marcos históricos:
– Em 1973 a curadora Aracy Amaral realizou a Expoprojeção 1973, evento pioneiro no contexto da arte brasileira que propunha a exibição de trabalhos audiovisuais experimentais. Dela participaram oito mulheres apresentando filmes em super-8 e audiovisuais com slide.
Participaram artistas como Anna Bella Geiger, Ana Maria Maiolino Ligia Pape e Iole de Freitas.
É a primeira evidência da presença feminina na produção artística em que o cinema é a linguagem matriz.
Conferir:
– A partir de 1973, Abrão Berman, passa a organizar o Festival Nacional de Super-8mm, realizando anualmente 10 edições, até o ano de 1982, quando encerra suas atividades.
Era um evento que reunia os principais trabalhos produzidos neste formato, o mais popular e acessível, exibindo inclusive obras de caráter experimental, com a presença frequente de realizadoras brasileiras.
Conferir:
Repositório Flávio Rocha na UFSCAR
– Neste mesmo momento de efervescência desta produção audiovisual experimental, a Bienal de São Paulo, realizada em suas edições no decorrer da década de 1970, apresenta obras em que a autoria feminina é um dado relevante.
– Um grupo de artistas do Rio, sob a orientação de Anna Bella Geiger, realizava um conjunto pioneiro de trabalhos em vídeo, utilizando o portapak, o primeiro equipamento portátil que permitia gravar e exibir imagens eletrônicas. Desta época destacam-se os trabalhos antológicos das artistas Letícia Parente, Sonia Andrade e Anna Bella Geiger.
– Walter Zanini cria no Museu de Arte Contemporânea da USP, em São Paulo, o Setor de Vídeo, no qual também em caráter pioneiro, são realizadas e exibidas obras de videoarte por um grupo de artistas, do qual fizeram parte, Regina Silveira, Carmela Gross, Liliane Soffer, Sonia Miranda, Cybelle Varella, Rita Moreira e Norma Bahia, entre outras.
Conferir
http://video.mac.usp.br